VELEIDADES POÉTICAS
José Seráfico
R$ 35,00 /un
Scortecci Editora - Poesia - Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 128 páginas
Descrição
Scortecci Editora - Poesia - Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2021 - 128 páginas
Veleidades Poéticas
José Seráfico
Dou provas constantes de recusa à imortalidade, tão passageiro me sei. Mesmo convencido de que não se tomam decisões a não ser que a vontade nos leve a tanto. A aceitação da contradição como traço contundente de humanidade afasta-me de qualquer mal-estar. Talvez seja isso o que me leva a insistir. E a continuar escrevendo versos (...). Ainda mais, quando encontro dentre os significados de veleidade, a utopia.
José Seráfico
O livro Veleidades Poéticas, de José Seráfico, se consubstancia como um calidoscópio de vivências, lembranças, emoções, insights sobre o sentido das coisas, sobre o tempo e o ser/sendo que é viver. Os poemas que enfeixam esta obra se constroem sob o signo da vida e os questionamentos do eu lírico sobre os sentidos que a enformam, como expressa no texto intitulado “A vida”:
“A vida
para que serve?
Para ser vivida
ou morrida?
Sorvida aos goles,
na vertigem dos sentimentos
ou sementeira de bons sentimentos,
esperanças, amores?”
Tenório Telles
Veleidades Poéticas
José Seráfico
Dou provas constantes de recusa à imortalidade, tão passageiro me sei. Mesmo convencido de que não se tomam decisões a não ser que a vontade nos leve a tanto. A aceitação da contradição como traço contundente de humanidade afasta-me de qualquer mal-estar. Talvez seja isso o que me leva a insistir. E a continuar escrevendo versos (...). Ainda mais, quando encontro dentre os significados de veleidade, a utopia.
José Seráfico
O livro Veleidades Poéticas, de José Seráfico, se consubstancia como um calidoscópio de vivências, lembranças, emoções, insights sobre o sentido das coisas, sobre o tempo e o ser/sendo que é viver. Os poemas que enfeixam esta obra se constroem sob o signo da vida e os questionamentos do eu lírico sobre os sentidos que a enformam, como expressa no texto intitulado “A vida”:
“A vida
para que serve?
Para ser vivida
ou morrida?
Sorvida aos goles,
na vertigem dos sentimentos
ou sementeira de bons sentimentos,
esperanças, amores?”
Tenório Telles