RETALHOS DA VIDA DE UM CAMPEIRO
Antonio Azeredo Pontes
R$ 36,00 /un
Scortecci Editora - Autobiografia - Formato 14 x 21 cm - 3ª edição - 2025 - 180 páginas
Descrição
Scortecci Editora - Autobiografia - Formato 14 x 21 cm - 3ª edição - 2025 - 180 páginas
OPÇÃO DE PAGAMENTO VIA PIX
Retalhos da Vida de um Campeiro
Antonio Azeredo Pontes
Antonio Azeredo Pontes nasceu no interior de São Paulo, no sertão. Ao longo de toda a sua vida foi agricultor, presenciando as transformações ocorridas no campo e na cidade ao longo de quase um século. Retalhos da vida de um campeiro parte de suas vivências, apresentando a voz do Campeiro, o habitante do sertão, hoje esquecida ou desvalorizada, trazendo à sociedade contemporânea o resgate da cultura popular e da tradição campeira. Do trato com a natureza, de suas plantas e seus animais, à cadência das festas no interior; da mítica relação com o divino à crueza do duro trabalho diário; das descobertas e aventuras da infância ao inevitável, por vezes precoce, amadurecimento, esta obra promove uma viagem no espaço e no tempo, direcionando-nos ao sertão, o vasto interior do Brasil, desde as primeiras décadas do século XX. É assim que as observações e as reflexões do Campeiro, narrador-personagem, conduzem-nos, por consequência, a uma produtiva e cativante viagem interior, que explicita, no contraste de passado e presente, campo e cidade, os valores atuais, que em muito se afastam da relação com a terra, do olhar acurado face à natureza, aos animais, ao próximo e à religiosidade. É a tradição popular, sertaneja, em toda a sua cadência e riqueza, resistindo à massificação de modismos e de olhares superficiais.
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Retalhos da Vida de um Campeiro
Antonio Azeredo Pontes
Antonio Azeredo Pontes nasceu no interior de São Paulo, no sertão. Ao longo de toda a sua vida foi agricultor, presenciando as transformações ocorridas no campo e na cidade ao longo de quase um século. Retalhos da vida de um campeiro parte de suas vivências, apresentando a voz do Campeiro, o habitante do sertão, hoje esquecida ou desvalorizada, trazendo à sociedade contemporânea o resgate da cultura popular e da tradição campeira. Do trato com a natureza, de suas plantas e seus animais, à cadência das festas no interior; da mítica relação com o divino à crueza do duro trabalho diário; das descobertas e aventuras da infância ao inevitável, por vezes precoce, amadurecimento, esta obra promove uma viagem no espaço e no tempo, direcionando-nos ao sertão, o vasto interior do Brasil, desde as primeiras décadas do século XX. É assim que as observações e as reflexões do Campeiro, narrador-personagem, conduzem-nos, por consequência, a uma produtiva e cativante viagem interior, que explicita, no contraste de passado e presente, campo e cidade, os valores atuais, que em muito se afastam da relação com a terra, do olhar acurado face à natureza, aos animais, ao próximo e à religiosidade. É a tradição popular, sertaneja, em toda a sua cadência e riqueza, resistindo à massificação de modismos e de olhares superficiais.