BAÚ DE QUALQUER COISA
J. CORDEIROVICH
R$ 25,00 /un
Scortecci Editora - Poesia - Formato 14 x 21 cm - 2ª edição - 2014 - 156 páginas
Descrição
Scortecci Editora - Poesia - Formato 14 x 21 cm - 2ª edição - 2014 - 156 páginas
Baú de Qualquer Coisa, de J. Cordeirovich, reúne poemas de um poeta que textualmente se diz não poeta. E essa contradição é parte da sua busca pelo inusitado, pelo controverso que possa gerar situações, paisagens diversas. Nada lhe escapa de certo e um simples som no silencio podem sim render na sua imaginação, tantas quantas palavras forem necessárias pro devaneio solto e descompromissado. Brincar a sério com as palavras com a responsabilidade de ser mentiroso, apaixonado, fotógrafo do real e que entrega ao leitor o melhor de sua criação. Como ele diz as vezes no decorrer do livro: poemas da paixão solta no papel. Dedicado a uma geração de amigos, com quem por décadas conviveu, numa Vila da Cidade de São Paulo e com quem aprendeu e praticou os artifícios da arte. Hora na música, hora no teatro, hora no vídeo; alguns visíveis na internet. Chega mais junto deste Baú, que tem de antigo seu nome, mas com uma chave atemporal, se possa abrir e sem censura, percorrer corpos e devaneios na aurora quem sabe, da palavra de seu autor, de seu também despretensioso fingidor. J. Cordeirovich lança neste momento parte de sua Obra, e tem na mesma proporção deste volume, outro material que aguarda edição e como mesmo diz: um segundo projeto procurando papéis e tintas para se tornar real no forno da máquina da gráfica. Quem sabe? Seja sim.?
Baú de Qualquer Coisa, de J. Cordeirovich, reúne poemas de um poeta que textualmente se diz não poeta. E essa contradição é parte da sua busca pelo inusitado, pelo controverso que possa gerar situações, paisagens diversas. Nada lhe escapa de certo e um simples som no silencio podem sim render na sua imaginação, tantas quantas palavras forem necessárias pro devaneio solto e descompromissado. Brincar a sério com as palavras com a responsabilidade de ser mentiroso, apaixonado, fotógrafo do real e que entrega ao leitor o melhor de sua criação. Como ele diz as vezes no decorrer do livro: poemas da paixão solta no papel. Dedicado a uma geração de amigos, com quem por décadas conviveu, numa Vila da Cidade de São Paulo e com quem aprendeu e praticou os artifícios da arte. Hora na música, hora no teatro, hora no vídeo; alguns visíveis na internet. Chega mais junto deste Baú, que tem de antigo seu nome, mas com uma chave atemporal, se possa abrir e sem censura, percorrer corpos e devaneios na aurora quem sabe, da palavra de seu autor, de seu também despretensioso fingidor. J. Cordeirovich lança neste momento parte de sua Obra, e tem na mesma proporção deste volume, outro material que aguarda edição e como mesmo diz: um segundo projeto procurando papéis e tintas para se tornar real no forno da máquina da gráfica. Quem sabe? Seja sim.?