A CARTOMANTE?
Rogério Martins
R$ 56,00 /un
Scortecci Editora - Ficção - Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2026 - 100 páginas
Descrição
Scortecci Editora - Ficção - Formato 14 x 21 cm - 1ª edição - 2026 - 100 páginas
OPÇÃO DE PAGAMENTO VIA PIX
A Cartomante?
Rogério Martins
“Em uma pátria onde o trabalhador honesto luta pelo pão de cada dia, os juízes inescrupulosos banquetear-se-ão com lagostas e vinhos importados até que a justiça das ruas exija o acerto de contas.” O que acontece quando um sargento pragmático encontra uma cartomante imediatista? Em um inesperado relacionamento, o sargento Márcio e a vidente Lúcia desvendarão os mistérios que entrelaçam as fragilidades humanas. Onde termina o limite da religiosidade e começa o terreno pantanoso do charlatanismo? Escrita sob a ótica cirúrgica de quem conhece a realidade das ruas, esta obra usa uma história de paixão como pano de fundo para uma engenhosa crítica contra os desvios de poder do colarinho branco e a passividade do povo. Das mazelas sociais às duras críticas direcionadas a líderes religiosos e representantes do Poder Judiciário, o texto questiona os conceitos filosóficos, religiosos e morais. Passando por Machado de Assis a Jeferson Tenório, e de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski a Natalia Sanmartín Fenollera, as páginas funcionam como uma verdadeira viagem cultural e um tributo a grandes autores.
OPÇÃO DE PAGAMENTO VIA PIX
A Cartomante?
Rogério Martins
“Em uma pátria onde o trabalhador honesto luta pelo pão de cada dia, os juízes inescrupulosos banquetear-se-ão com lagostas e vinhos importados até que a justiça das ruas exija o acerto de contas.” O que acontece quando um sargento pragmático encontra uma cartomante imediatista? Em um inesperado relacionamento, o sargento Márcio e a vidente Lúcia desvendarão os mistérios que entrelaçam as fragilidades humanas. Onde termina o limite da religiosidade e começa o terreno pantanoso do charlatanismo? Escrita sob a ótica cirúrgica de quem conhece a realidade das ruas, esta obra usa uma história de paixão como pano de fundo para uma engenhosa crítica contra os desvios de poder do colarinho branco e a passividade do povo. Das mazelas sociais às duras críticas direcionadas a líderes religiosos e representantes do Poder Judiciário, o texto questiona os conceitos filosóficos, religiosos e morais. Passando por Machado de Assis a Jeferson Tenório, e de Fiódor Mikháilovitch Dostoiévski a Natalia Sanmartín Fenollera, as páginas funcionam como uma verdadeira viagem cultural e um tributo a grandes autores.